Seu benefício pode valer mais do que o INSS calculou.

Vínculos que ficaram de fora, salários ignorados, atividade especial não reconhecida: erros de cálculo são mais comuns do que se imagina. A revisão confere cada número, e busca as diferenças passadas.

Onde os erros acontecem

  • Vínculos de trabalho que não entraram no cálculo (comum em empregos antigos)
  • Salários de contribuição registrados com valores errados no CNIS
  • Atividade especial não reconhecida, quem trabalhou exposto a agentes nocivos e não teve o período convertido
  • Tempo rural não computado
  • Erros na aplicação das regras de transição da reforma

Como funciona a análise

Revisar não é reclamar do valor, é refazer o cálculo com todos os elementos corretos. Comparamos a carta de concessão do INSS com o seu histórico real de contribuições, vínculo por vínculo, salário por salário. Quando encontramos diferença, quantificamos: quanto o benefício deveria valer e quanto há para receber de atrasados.

O prazo de 10 anos

O direito de revisar o cálculo decai em 10 anos, contados do primeiro pagamento do benefício. Dentro desse prazo, a revisão pode ser pedida administrativamente ou na Justiça, e os atrasados respeitam a prescrição de 5 anos. Se o seu benefício está perto de completar uma década, o tempo importa.

Transparência: a revisão só vale a pena quando o novo cálculo é maior. Se a análise mostrar que a revisão diminuiria o benefício, acontece, dizemos isso com clareza e nada é protocolado.

Documentos para começar

  • Carta de concessão do benefício
  • Extrato CNIS completo
  • Carteiras de trabalho e carnês antigos
  • PPP e laudos, se houve trabalho em condições especiais
Dúvidas frequentes

Sobre revisão de benefícios

O prazo é de 10 anos, contados do mês seguinte ao primeiro pagamento do benefício. Depois disso, o direito de rever o cálculo decai. Os valores atrasados, quando a revisão é procedente, respeitam a prescrição de 5 anos.

Pode, se o cálculo original tiver erro a seu favor. Por isso nossa análise é prévia e completa: só recomendamos protocolar quando o resultado é favorável. Você conhece os números antes de qualquer decisão.

Vínculos antigos fora do CNIS, salários registrados a menor, atividade especial não convertida e tempo rural desconsiderado. São falhas de registro e de análise, e todas podem ser corrigidas com a prova certa.

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