Vínculos que ficaram de fora, salários ignorados, atividade especial não reconhecida: erros de cálculo são mais comuns do que se imagina. A revisão confere cada número, e busca as diferenças passadas.
Revisar não é reclamar do valor, é refazer o cálculo com todos os elementos corretos. Comparamos a carta de concessão do INSS com o seu histórico real de contribuições, vínculo por vínculo, salário por salário. Quando encontramos diferença, quantificamos: quanto o benefício deveria valer e quanto há para receber de atrasados.
O direito de revisar o cálculo decai em 10 anos, contados do primeiro pagamento do benefício. Dentro desse prazo, a revisão pode ser pedida administrativamente ou na Justiça, e os atrasados respeitam a prescrição de 5 anos. Se o seu benefício está perto de completar uma década, o tempo importa.
O prazo é de 10 anos, contados do mês seguinte ao primeiro pagamento do benefício. Depois disso, o direito de rever o cálculo decai. Os valores atrasados, quando a revisão é procedente, respeitam a prescrição de 5 anos.
Pode, se o cálculo original tiver erro a seu favor. Por isso nossa análise é prévia e completa: só recomendamos protocolar quando o resultado é favorável. Você conhece os números antes de qualquer decisão.
Vínculos antigos fora do CNIS, salários registrados a menor, atividade especial não convertida e tempo rural desconsiderado. São falhas de registro e de análise, e todas podem ser corrigidas com a prova certa.
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