Antes de pedir a aposentadoria, conheça os números.

Um pedido feito no momento errado pode custar caro, para o resto da vida. O planejamento previdenciário projeta os cenários possíveis e mostra, com números, qual caminho leva ao melhor benefício.

O que é o estudo

O planejamento previdenciário é uma análise técnica do seu histórico de contribuições projetada para o futuro: quais regras você já alcançou, quais alcançará e quando, e qual o valor estimado do benefício em cada cenário. Com isso, a decisão de aposentar deixa de ser um palpite.

O estudo também identifica correções a fazer antes do pedido, vínculos faltando no CNIS, tempo especial ou rural a reconhecer, contribuições em atraso que valem (ou não) a pena regularizar.

Para quem faz diferença

  • Quem está a poucos anos de se aposentar e quer saber o melhor momento
  • Autônomos e contribuintes individuais, que escolhem quanto contribuir a cada mês
  • Quem teve fases variadas: carteira assinada, autônomo, rural, períodos sem contribuir
  • Quem quer decidir entre continuar contribuindo ou pedir o benefício agora

O que você recebe

  • Diagnóstico completo do CNIS, com pendências e correções apontadas
  • Cenários comparados: regra, data provável e valor estimado de cada um
  • Orientação sobre a melhor forma e alíquota de contribuição daqui em diante
  • Um plano claro: o que fazer, em que ordem e por quê
Esperar um ano a mais, ou contribuir sobre um valor diferente, pode mudar significativamente o benefício. O estudo mostra essa conta antes de a decisão ser irreversível.
Dúvidas frequentes

Sobre planejamento previdenciário

Quanto antes, maior o efeito: a forma de contribuir nos próximos anos define o valor futuro do benefício. Para autônomos e contribuintes individuais, especialmente, a escolha da alíquota certa desde já evita anos de contribuição mal aproveitada.

Um diagnóstico do seu CNIS com as pendências apontadas, os cenários de aposentadoria comparados, regra, data e valor estimado, e um plano de ação claro sobre contribuições e correções. Tudo explicado em conversa, sem juridiquês.

Em algumas situações, sim, especialmente para quem exercia atividade remunerada comprovada no período. Mas nem sempre compensa: o estudo calcula se o custo do recolhimento retroativo retorna em valor de benefício.

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